Todos com a mão na massa

 Consumidores

Todos com a mão na massa

     Descendentes de italianos ou não, os adeptos de um bom macarrão ou outros tipos de massa, estão no Mercado, comprando diariamente esta que é uma das culinárias mais famosas do mundo.  

 

                                                              Massas compridas 

     Carlos Leonardo Gullo, um dos adeptos da massa, especialmente as compridas, spaguete e talharim, tem preferência por molho de tomate, sem casca, só com pimentão e alho, bem picadinhos, com um bom azeite, e batido no liquidificador. “Deixa cozinhar e está pronto. Sal a gosto, se quiser pode adicionar uma folhinha de manjericão, um pouquinho de orégano. Vinho? Um bom chileno, carmenère ou cabernet. Mas o importante mesmo, segundo ele, é observar o cozimento, para não passar do ponto e ficar “al dente”.   

 

Capelete e ravióli

     Alzira Pozebon, aposentada, esteve no Mercado em busca de capelete e ravióli. O primeiro ela faz um molho com galinha caipira. Receita simples de fazer, segundo ela: cozinha o capelete na água, muito queijo parmesão que ela joga por cima depois. O molho também não tem muito segredo: bastante cebola picadinha. E está pronto. Já o ravióli é para a sopa. Alzira diz que geralmente ela mesma prepara a massa, mas quando está com preguiça compra pronta no Mercado. E o vinho? “Não falta também, meio dia sempre tomo uma tacinha. 

 

 Massa com galinha

     O comerciante Rafael Cardoso Gonçalves é outro que não dispensa um bom espaguete. A receita, que “as crianças gostam” é massa com galinha e molho. Queijinho ralado e um vinhozinho bom para acompanhar e está pronto. Está é a boa pedida para o inverno.  

 

Talharim com molho

     A massa é todo o ano, mais principalmente no inverno para o aposentado Luiz Carlos Hackbart.  “Lá em casa é massa em geral, mas o que mais se consome é talharim, normalmente gosto de molho vermelho, minha esposa prefere com pesto”, diz ele. E no molho de tomate não podem faltar manjericão e pimentinha, para dar aquele gostinho.   

 

As especiarias e massas importadas

     O securitário Paulo Arthur Godoy Gomes, 71 anos, frequenta o Mercado há muito tempo, desde antes da reforma. “O Mercado se sofisticou. Sempre teve duas bancas especiais, a 43 e a do Holandês. O que uma não tinha, a outra tinha e vice versa.” Atualmente ele tem comprado mais no Empório 38, banca especializada em vinhos e especiarias. “Também se especializou em massas, inclusive italianas, além de todos os tipos de queijo”. A massa preferida dele hoje é a Colavita, italiana, com um preço acessível e está vendendo muito bem. Molhos? O preferido é tomati pelatti, no qual ele acrescenta uns temperinhos que é “segredo de estado”, muito apreciado quando faz na sua casa. Mas ante prepara um antepasto, com berinjela para começar os trabalhos, preferencialmente com um cabernet. 

COMENTÁRIOS