A sala da casa

O Mercado Público é a casa de todos. Dia a dia, recebe milhares de pessoas que estreitam seus laços com o prédio e fazem dele um local amigável e reconhecido.

  

 

  

Olair de Lima

Olair é natural de São Sebastião do Caí. Por intermédio de amigos, começou a frequentar o Mercado Público e, desde então, sempre que vem a Porto Alegre, o Mercadão é parada obrigatória. “Eu venho aqui, ao menos, uma vez por semana. Gosto dos produtos que encontro, acho o ambiente muito legal. É o meu ponto de referência.”

O caiense também ressaltou a tranquilidade do local. “Aqui sempre me parece muito seguro e tranquilo. Alguns amigos já me falavam do lugar e eu tive que conhecer. Agora não largo mais”, finalizou.

 

Catarina de Moraes

Quando criança, Catarina já circulava pelo Mercado com sua mãe nas vezes que iam comprar peixe. O tempo passou e hoje a porto-alegrense enxerga o Mercado com outros olhos. “A gente costuma passar muito rápido aqui. Compra e vai embora. Hoje eu me dou conta de como é grande a circulação de pessoas diferentes por aqui. São muitos turistas, um público bem particular”, diz.

 

 

Juan Carlo

O argentino Juan Carlo se desgarrou das terras hermanas há pouco mais de nove anos. Atualmente reside em São Leopoldo e vai ao Mercado por conta de seu trabalho. “Eu trabalho com montagem de chapéus religiosos. O Mercado é o ponto de referência para as minhas entregas, tanto por ser um local conhecido aqui quanto pela questão religiosa, que é bem forte.”

Mesmo sendo natural de outro país, Juan mantém fortes relações com o Mercado por meio da religião. “Sempre que estou aqui, vou ao assentamento do Bará. De alguma maneira, isso me liga ao Mercado também”, finaliza.

 

Fotos: Fabiane Pereira

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