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Sakae Suzuki, do “meio Japão” para Porto Alegre

Especial de Natal

 

Sakae: no Budismo temos outras tradições

Sakae Suzuki veio de Nangoya, “bem no centro do Japão”, como ela diz, para o Brasil. Não comemora o natal por ser budista. O dia 25, portanto, é um dia normal como qualquer outro. O budismo tem outras tradições. E outras datas. Mas, passagem de ano é passagem de ano em qualquer lugar. E no Japão, ela explica, a tradição começa ao meio dia do último dia do ano. É quando fazem uma massa de arroz que se transformam em bolinhos que depois serão espalhados em várias partes da casa para homenagear os deuses e os ancestrais. Antigamente, explica, batiam o arroz com um “martelo grande, de madeira”. Também manda a tradição que seja batido um sino a partir do meio dia, durante 108 vezes. O ritual serve para aliviar as “maldades” antes de começar o ano. As batidas vão até a meia noite do dia 31. As comidas são, geralmente, feitas na véspera. Como “soba”, uma massa integral preta, que tem o mesmo significado que a lentilha para os ocidentais. Bebida? Sakê, é claro. E a roupa, quimonos, novos “bem bonitos”, diz ela.

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