Prefeitura avalia restauração do Mercado Público

Prefeitura avalia restauração do Mercado Público

Expectativa é que a recuperação total possa ocorrer a partir de oito meses

 

O coordenador da Memória Cultural da Secretaria Municipal da Cultura, arquiteto Luiz Antônio Custódio, juntamente com o secretário municipal da Cultura Roque Jacoby, acompanhou na tarde desta sexta-feira, 26, a visita dos integrantes do Conselho do Patrimônio Histórico Cultural (Compahc) ao Mercado Público para debater alternativas operacionais para a restauração do prédio parcialmente destruído em incêndio ocorrido no último dia 6 de julho. A expectativa de Custódio é que a recuperação total do Mercado Público possa ocorrer a partir de oito meses.

 

Custódio relatou ao grupo que, passada a primeira etapa para a realização em caráter emergencial das obras que vão possibilitar a reabertura das partes não afetadas pelo incêndio, possibilitando a volta ao trabalho de cerca de 80% dos trabalhadores, o foco está na restauração do patrimônio histórico cultural. Disse que, para viabilizar funcionamento do Mercado, falta apenas executar uma proteção para impedir a eventual queda de materiais sobre o térreo e que será construída com tapumes horizontais e redes de proteção.

 

O arquiteto destacou que, por se tratar de um monumento de grande e inquestionável importância para a cidade, a recuperação assume significado prioritariamente cultural, pautada em valores históricos, formais, simbólicos e memoriais. O Compahc se reunirá na segunda, 29, com o intuito de embasar as decisões a serem tomadas quanto à contratação das empresas que vão executar as obras necessárias.

 

Confiante no sucesso da restauração, o secretário Jacoby frisou que o Mercado Público, um ícone histórico e cultural, é o ponto alto de cidadania do porto-alegrense. Destacou que, além do salutar ambiente que proporciona, passou a ser de longa data um dos pontos turísticos mais queridos da Capital.

 

Além dos conselheiros do Compahc, também participaram da visita a superintendente substituta do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) Ana Maria Beltrami, e o diretor do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado Eduardo Hahn.

 

Foto: Vanessa Silva/PMPA

 

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