PPCI deverá ser refeito

Após assumirem o PPCI do Mercado, mercadeiros foram informados da necessidade de adequação à legislação de 2016. Uma nova documentação está sendo organizada para, então, dar início à execução.

 

O Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios (PPCI) é a última etapa a ser concluída para a reabertura do segundo piso. Depois de meses de negociação, foi assinada, em 4 de maio, a homologação do acordo entre Prefeitura de Porto Alegre, Associação de Comércio do Mercado Público Central (Ascomepc) e Ministério Público do RS, que permitiu aos permissionários assumirem o PPCI e agirem por conta própria para a reabertura do segundo andar. Mas a documentação, que estava adiantada, terá que ser refeita: os mercadeiros foram avisados, após a homologação, que é preciso atualizar o PPCI de acordo com a Resolução Técnica CBMRS nº 5, Parte 7, de 2016, referente a prédios já existentes. O PPCI elaborado em 2014 levava em consideração apenas a Lei Kiss. Toda a documentação já reunida (planilhas de execução, financeira e orçamentária) está, agora, sendo refeita. Entre as readequações, a inclusão de um sistema de alarme de incêndio. “Isso deixa o PPCI muito mais eficaz, mas voltamos para a estaca zero”, explica Adriana Kauer, 2ª secretária da diretoria da Ascomepc. “Chamamos cinco empresas que cuidam de PPCI, bem recomendadas, e fechamos com a Combate, que vai começar a fazer os estudos esse mês para organizarmos o projeto.” As obras iriam começar em junho, mas, com a necessidade de mudança, um novo prazo só será possível depois de concluídos os estudos. O PPCI custará cerca de R$ 1,5 milhão e será bancado pelos próprios permissionários.

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