Perini, abrindo mercados, vinhos e espumantes

A vinícola foi fundada em 1970, por Benildo Perini, diretor até hoje, com o nome de Jata Pe. Depois passou a se chamar Vinícola Perini e hoje está entre as quatro maiores vinícola do país. O grande salto se deu em 2005, quando comprou uma unidade da Bacardi-Martini Brasil, de Garibaldi, o que permitiu um considerável aumento de produção, pulando de seis milhões para 16 milhões de litros de vinhos finos. Orval Marcelo Moreira, representante comercial da Perini em Porto Alegre e Djeime Zucolotto, supervisor de vendas da região Sul, dão mais dados sobre a empresa.

Hoje a empresa está muito forte com os espumantes da linha Casa Perini – no fim do ano o consumo aumenta muito, devido às festas. Dentro deste período os grandes destaques são os espumantes Asti (o carro-chefe) e Moscatel, cujo consumo chega a representar até 20% do faturamento dentro dos espumantes. No Mercado Público trabalhamos com todas essas linhas

Foto: Divulgação

 

Como foi o começo?

Ela iniciou como no de Jota Pe, que hoje é um item isolado dentro da Perini, além das outras quatro linhas:   Arbo, Casa Perini, Macaw e Perini, cinco linhas.

Djeime: Hoje a empresa está muito forte com os espumantes da linha Casa Perini – no fim do ano o consumo aumenta muito, devido às festas. Dentro deste período os grandes destaques são os espumantes Asti (o carro-chefe) e Moscatel, cujo consumo chega a representar até 20% do faturamento dentro dos espumantes. No Mercado Público trabalhamos com todas essas linhas.

 

Como a Perini atingiu este patamar de qualidade?

O grande diferencial da Perini é que ela tem uma qualidade superior a muitas marcas; é a única vinícola do Brasil que tem rastreabilidade do produto. Em cima de toda a garrafa a gente tem um lote e em cima deste lote a gente sabe dizer qual produtor entregou na vinícola, qual o dia que entrou, qual o tanque ela passou, qual foi o processo de maturação, quanto tempo passou dentro desse processo e qual o dia que foi envasado e quando foi expedido da fábrica. Com uma matéria-prima boa, você tem um produto bom. E com essa rastreabilidade a gente consegue controlar ainda lá no produtor. Nós temos engenheiros que visitam regularmente os parceiros e orientam sobre todos os procedimentos da matéria-prima para que a uva chegue sã, fresca e madura para dentro da vinícola.

 

Algum acompanhamento aos clientes sobre os produtos?

Orval: Sim, eles podem contar com o representante dentro de Porto Alegre para harmonizações, em festas, jantares em família, almoços de amigos, para saber qual vinho é aconselhado para os pratos. Muitas vezes as pessoas querem saber sobre o espumante, qual elas devem comprar – se um brut, um brut rose, um moscatel, quais os gostos que eles têm. Eu posso orientar o cliente na compra do espumante. Tenho quase 20 cursos de harmonização, embora não seja sommelier.

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