Passos pelos corredores

Passos pelos corredores

Eles são muitos e de todos os lugares. Chegam sozinhos, ou em família – todos em busca de compras, lembranças, produtos típicos, e muitos simplesmente a passeio. São as centenas de clientes e frequentadores diários do Mercado.

 

Alcides Rodrigues, 72, aposentado

“Frequento o Mercado quase todas as semanas, principalmente para comprar carne e essas ‘rações’ para mulher não engordar. Venho aqui há uns 15 anos, mas a frequência maior é agora. O Mercado é muito bom, mas tem que investir no calçamento na sua volta, que é muito ruim, principalmente para pessoas de idade. O Mercado é isso aí, bom para passear, temos que esperar para melhorar lá em cima. A higiene está boa. O atendimento às vezes é bom, às vezes é razoável. Em algumas bancas, como as das verduras, falta um pouco de ‘psicologia’.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Antonio Ribeiro, 43, segurança

“O pessoal me conhece aqui dentro por Teco, sou segurança da Peixaria Japesca e presto serviços para a Associação do Mercado também. Trabalho no Mercado há 15 anos. Para mim, e para muitos, ele é uma vida. Hoje ele é serviço e lazer, antigamente era só o comércio. É quase um shopping, as pessoas antes vinham só para comprar, hoje para passear com a família. O Mercado mudou 100%. Nos dias de folga, venho com meus filhos, comer um sorvete, passear, ver os amigos trabalhando. Poderia só dar uma melhorada na questão do lixo. Recomendo para todos!”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Luiz Henrique Pires Domagalski, 54, comerciante

“Sou gaúcho das Missões, moro há 30 anos em Criciúma. Gostamos de comprar produtos naturais, chás, linguiça, charque. O Mercado é uma referência, onde passa toda a cidade. A gente sempre vê coisas interessantes. Acho que chamaria mais a atenção se tivesse música, no Rio Grande nós temos muitos artistas.”

 

Irene Córdova Domagalski, 51, comerciante

“A gente gosta de curtir o Mercado, já é uma tradição. Se a gente vier a Porto Alegre e não vier ao Mercado Público, não veio à cidade. Só poderia melhorar um pouco a questão dos sanitários.”

 

Sofia Domagalski, 15, estudante

“Tem muita coisa e pessoas interessantes de se ver, e o atendimento é muito bom.”

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