O Mercado no roteiro do chef

O Mercado no roteiro do chef

 

Como a maioria dos chefs, Fabiano tem um conhecimento e intimidade com as bancas do Mercado. Aqui o seu pequeno roteiro na busca dos ingredientes das suas receitas.

 

Box do Bagé – Este foi o lugar que Fabiano escolheu para comprar a alface, em meio a oito espaços muito populares e procurados para quem busca os hortifrutigranjeiros.

 

Banca 11 – Uma banca muito conhecida especialmente pelas suas frutas, mas que também oferece uma boa gama de legumes e verduras. Nela, o nosso chef comprou tomates.

 

Banca 43 – Tradicional banca de especiarias e importados, a 43 foi a escolhida para a compra do queijo. Emmental era o preferido por Fabiano, porém este tipo de queijo não estava sendo fatiado no dia. A escolha, então, recaiu sobre o queijo Estepe, “semelhante ao Emmental, porém um pouquinho mais forte”.

 

Empório 38 – Outra banca também muito conhecida pela qualidade dos seus produtos. Nele o pãozeiro comprou a pasta de azeitona e o presunto Royalle da Sadia. A cerveja para a harmonização também pode ser encontrada aqui.

 

Macrobiótica Sauer – Para encontrar as pepitas de abóbora.

 

Armazém do Confeiteiro – Banca indicada (assim como as outras de confeitarias) para comprar ingredientes para fazer os próprios pães dos sanduíches, com massa, mel, cacau, manteigas especiais, queijos, fermentos, farinhas integrais e até fôrmas apropriadas.

 

 

 

 

OUTRAS BANCAS

Além das visitadas pelo pãozeiro Fabiano, você também encontra alguns dos ingredientes das receitas nas bancas:

 

Armazéns e fiambrerias – Armazém 155, Armazém Gueno, Armazém Metropolitano, Banca 12, Banca 17, Banca 26, Banca Central, Banca do Holandês, Comercial Martini, Confeitaria Martini e Armazém do Mercado.

 

Frutas – Banca 10

 

Hortifruti – Box 2 Unidos, Box do Alemão, Box do Pereira, Box do Tio Raul, Box Poliervas,Box Ponto Certo, Box Tempero e Sabores.


 

Fabiano & Mercado, uma relação desde muito cedo

 

Ele tem uma relação com o Mercado que já vem desde a infância. “Nos sábados meu pai passava a manhã inteira aqui dentro. Me lembro de um cachorro-quente especial, com farinha de mandioca e repolho, que era prensado”. Mais tarde a relação mercadeira continuou mais intensa: durante algum tempo a padaria dele era no Centro Histórico, no Solar Palmeiro. “Aí eu vinha ao Mercado fazer as compras, onde eu encontrava de tudo”, diz. Atualmente ele está localizado na zona norte, então as compras já não são diárias. Ele vem aos sábados, compra em razoáveis quantidades, e estoca. Com o Mercado ele também teve uma relação profissional, ajudando a formar padeiros e orientado os profissionais sobre o uso de ingredientes, nas padarias Pão de Açúcar e Copacabana.

 

 “O Mercado é um centro de compras, uma referência para encontrar as melhores carnes, embutidos, azeite de qualidade e vários produtos que a gente não encontra em outros lugares, como conservas, por exemplo, ou adereços nas mesas de pães que a gente monta. Também tem a relação direta com o fornecedor, principalmente dos hortifrutigranjeiros. Quando eu tinha padaria aqui no Centro, a banca onde eu comprava me mandava até 20 quilos de abóbora lá em cima (na Praça da Matriz). Agora tenho que ir no Makro, de carro. Todo mundo que eu conheço, chefs, clientes, têm a mesma relação – vai na banca, conhece o dono, faz degustações”.

 

Fotos: Greice Campos

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