O Mercado é uma festa!

O Mercado é uma festa!

 

O segundo semestre é marcado por festas. Passados os dias sombrios, cinzas, de vento e chuva, a primavera, com seus dias solares, antecipa a temporada das festas que marcam o fim do ano. Aniversários, casamentos, bodas, formaturas, cerimônias em empresas e instituições são muito freqüentes nesta estação. E o Mercado Público, com suas mais variadas bancas, é o centro de abastecimento para todas essas festas. Desde as bancas mais sofisticadas, com sugestões para mesas de queijos e vinhos, jantares e mesas tropicais, a frutas comuns e exóticas, ou padarias com inúmeras opções (e delícias) para coffee-breaks de empresas ou simples celebrações, o Mercado é uma festa permanente. Confira aqui algumas dessas opções para celebrar a vida e suas conquistas.

 

Jantar tropical, bom gosto nas comemorações festivas

 

Conhecida pela sua qualidade e pioneirismo em especiarias, a Banca 43 tem como um dos seus sócios, Cláudio Klein, com mais de 40 anos de Mercado. Passada a estação, o inverno, mais apropriada para queijos e vinhos, ele recomenda para a primavera e verão um buffet de produtos tropicais. Queijos, passas, torradinhas, frios, levando uma maior quantidade de frutas – uvas brancas, kiwi, melão, melancia, abacaxi – pastas e pães pretos, acompanhando uma champanhe bem gelada ou vinhos brancos e uma boa água mineral. Já em relação às frutas sêcas, relaciona tâmaras, damascos, pêras e maças sêcas argentinas ou um mix de nozes. Não recomenda-se vintos tintos, diz ele.  Sobre os queijos, não vacila: um bom suíço, brie, camerbert, goulda, gorgonzola, que tem a ver com as frutas em termos de paladar e harmonização.

Frios vermelhos não são muito bem vindos, mas abre-se exceção para um ou dois apenas, que podem ser “um peitinho de peru cortado, um pão de carne, um presunto cru ou um bom presunto cozido”, diz Cláudio, lembrando que o jantar tropical é, acima de tudo uma mesa mais light para ser degustada.

 

Sofisticando

 

Mas se o cliente quiser sofisticar um pouco mais o seu jantar tropical, Cláudio sugere que pode se agregar um bom patê de pato, de fígado de aves, com ervas de provence, canapés de salmão, laminados, molhinho de alcaparra na manteiga ou a vinagre com azeitona. Aceto balsâmico, queijo bursan, carpácio (carne crua laminada bem fininha), molho de azeitona com gema de ovos são algumas das idéias. Cláudio define como paetês, ou seja, aquilo que se cria em cima de uma mesa já completa, uma espécie de “ilha”. Ele, contudo, só cria, mas não monta a mesa – o que talvez vá fazer mais na frente com uma equipe só para isto. O preço de um jantar deste tipo sairia, segundo os seus cálculos, nove reais por pessoas – para lá de acessível, considerando-se a qualidade de primeira linha dos ingredientes.

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