O Jornal do Mercado e a literatura

O Jornal do Mercado e a literatura

 

Tudo o que se relaciona com o Centro Histórico, diz respeito ao Mercado e, conseqüentemente, ao Jornal do Mercado. A Feira do Livro, um dos maiores acontecimentos literários do país, é um dos grandes eventos que movimenta não só o Centro, mas toda a cidade. Por isto a cada ano a gente faz questão de ouvir os seus patronos, como Charles Kiefer e Carlos Urbim, nas edições 13 e 22, respectivamente.

Charles Kiefer e a produção literária no sul

 

 

 Apontar o RS como um dos estados com maior índices de leitura é real. Isto também explica porque as grandes editoras vieram buscar autores aqui. Aqui a gente vende porque o autor gaúcho se vira, se mexe, participa de feira, vai para a escola. Nós temos uma dinâmica diferente. Hoje esta relação está assim: 5 ou 6% de leitura do Rio Grande e 1,8% do restante geral. Isto significa que o Rio Grande tem duas ou três vezes mais consumo per capita de livro. Porto Alegre tem esta gigantesca Feira do Livro, de 54 anos, que vende meio milhão de livros, a maior feira de livros aberta da América Latina. E tem também a Jornada de Literatura de Passo Fundo.

 

 

 

 

 

 

 

Carlos Urbim, literatura e jornalismo

 

Eu represento dois setores. De um lado, talvez seja a maior parte do meu trabalho, a literatura infantil. Represento os que no Rio Grande não tem vergonha nenhuma de dizer que escrevem para criança. De outro lado, represento os jornalistas, a minha categoria profissional. Vou fazer disso uma bandeira. Além dos meus livros infantis, tenho quatro trabalhos publicados que são resultados do meu trabalho de jornalista. História, memória e cultura riograndense.  A Feira do Livro a gente percebia como uma grande festa cultural de Porto Alegre. Hoje transbordou da Praça da Alfândega, não só para o Cais, mas para os centros culturais, foi ganhando outro viés. Hoje tem oficinas, cursos, palestras.

 

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