Novidades no Mercado Público

Novidades no Mercado Público

 

Deques, novas lixeiras, ambientação e sinalização, revitalização de espaços internos, Fumo Zero, Programa de Alimento Seguro: Adriana Leão, administradora dos Próprios Municipais tem boas novidades para os frequentadores e admiradores do Mercado.

 

Para ela, o importante é investir o Mercado, visando a busca também de um público qualificado. Por isto a importância de valorização dos espaços físicos e o treinamento do atendimento, vital para a relação com os clientes. “A prefeitura está investindo no projeto de melhorar esta fachada, (com o Largo Glenio Peres) facilitando cursos, a própria ambientação dos bares, com várias parcerias. O SEBRAE que faz um diagnóstico das lojas, o Sindpoa para a qualificação de cursos e a Vonpar que orienta quanto à ambientação interna”, diz Adriana. Segundo o seu raciocínio a expectativa é que todos acompanhem a evolução do Mercado. Também está neste planejamento a implantação do PAS, Programa de Alimento Seguro, em todos os estabelecimentos do Mercado.

 

Novas e modernas lixeiras a caminho

Para resolver a atual situação, crítica, das lixeiras, a administradora informa que a licitação foi fracionada em duas partes, fast-food, de plástico, do tipo das que existem nos shoppings centers, para a praça de alimentação e meia lua, em inox, fixada na parede, suspensa. A primeira já tem ganhador e, se tudo correr bem, até o natal já estará nos quadrantes de alimentação. Sem dúvida irão contribuir em muito com a higiene e com o aspecto visual do Mercado.

 

Outras melhorias para breve

Dentro de um projeto maior de qualificação do Mercado, Adriana informa que em breve também os carrinhos que circulam e ficam armazenados nas entradas adjacentes, que serão pintadas e requalificadas, do Mercado também sofrerão restrições e passarão a ter a sua guarda sob a responsabilidade dos seus proprietários. Já a nova sinalização interna também está com seu projeto pronto. “Estamos buscando um parceiro que banque, mas se até março não aparecer ninguém, entraremos com a licitação”, informa. A ambientação também terá novidades, com a troca das floreiras no térreo por divisórias e revitalização das áreas das feiras. Sobre a lei do Fumo Zero, diz que foi excelente. “Mudou visivelmente em um curto espaço de tempo”, finaliza.

 

Fumo Zero no Mercado, aprovado pela maioria

 

A ideia da lei de Fumo Zero no Mercado Público foi amplamente aprovada, até mesmo por fumantes.

 

A funcionária pública Maria de Lourdes Stiller é um exemplo de pessoas que aprovaram a lei.  “Sou fumante, mas acho correto. As pessoas não têm que ficarem com a fumaça e o mau cheiro do cigarro dos que fumam”, diz ela. Mas o ideal, na sua opinião, seria ter um local para os adeptos da nicotina, dentro ou fora do Mercado. Ou seja, um fumódromo. Ela também acha que essa restrição não vai influenciar na atitude de fazer os fumantes a abandonarem o cigarro, mas acredita que a medida vai fazer com que fumem menos.

Em relação aos bares, acha que eles estão bem satisfeitos porque, imagina, até aumentou o movimento, ao invés de diminuir por causa da proibição.  “As pessoas que não gostam do cheiro de cigarro já não iam a locais onde fumam, inclusive em boates”. Quem ficou satisfeito também foi o pedreiro Ademir Hipólito Bernardes, 65 anos. “Acho que é o ideal porque aqui tudo é alimento. Não vai afetar em nada, tudo isto é uma questão de princípio, é só o começo. Eles vão acostumar. Vai ser uma grande coisa para os não fumantes. No fim a gente tem que fumar pelos outros”, conclui.

 

ENQUETE

 

Lixeiras, o que os frequentadores acham delas?

 

Aqui uma rápida impressão de alguns freqüentadores sobre as atuais lixeiras do Mercado.

        

Maria Tereza Silva, 45 anos, auxiliar de escritório chega a ser irônica, quando perguntada pelas lixeiras: “Quais lixeiras? Estão depredadas, jogadas pelo chão, todas estragadas e cheias de lixo. Se com lixeira, já jogam o lixo no chão, imagina sem elas!” E qual a sugestão que ela apresenta, então?  Para Maria Tereza elas precisam ser mais visíveis, o que já ajudaria.

Já o administrador Aurélio Erico Cardoso, 34 anos, acha que as lixeiras poderiam ser melhor identificadas para facilitar a separação para a coleta seletiva. Assim as pessoas podem contribuir com o meio ambiente, segundo ele. “Atualmente a gente observa que o lixo está totalmente misturado”. O que também facilitaria esse objetivo seria uma maior quantidade de lixeiras dentro do Mercado. Para ele, isso ajudaria as pessoas a levarem esta cultura para as suas próprias residências.

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