Mulheres e a sua relação com o Mercado

Os ares femininos se acentuam ainda mais no mês da mulher. Elas estão presentes no cotidiano, ajudando a construir a história do Mercado, algumas à frente das bancas e outras como frequentadoras. Uma relação de carinho com um dos lugares que fazem parte de sua vida.

 

Araci Guimarães

Há mais de 10 anos o Me  rcado se tornou seu ponto de referência em Porto Alegre. Araci é uma cozinheira de mão cheia. Moradora de Itapuã, vem ao menos uma vez por semana no Mercado comprar ingredientes para os seus pratos especiais.

“Durante o inverno, eu costumo vir mais aqui para comprar alguns produtos, principalmente ingredientes para fazer mocotó. Linguicinha, pata de boi, mondongo, feijão branco e temperos em geral. Os preços são melhores e consigo encontrar tudo em um só lugar”, conta.

 

Magda Andrade

Magda compartilha lembranças antigas junto ao Mercado. Quando criança, vinha com o seu pai para comprar peixes e aproveitava para passear pelo prédio. Hoje, aos 58 anos, reside em Arroio do Sal, Litoral Norte do estado, e o Mercado continua sendo o seu local de compras e passeio.

“Hoje em dia eu venho mais para cá do que antes. Sempre que viajo gosto de, ao menos, passar por aqui. Mas, sempre acabo comprando alguma coisa. Os cheiros e aromas é o que mais me encanta”, diz.

 

Rubia Bueno

Embora não seja uma frequentadora assídua do Mercado, a cada vez que o visita, admite gostar bastante. “Eu costumo visitar as lojas de produtos naturais, gosto das que tem aqui”, diz.

Natural da região Noroeste do estado, residiu por um tempo em Porto Alegre e, há alguns anos, o Mercado é o seu local de passeio. “Às vezes, quando desço no metrô, gosto de passar pelo Mercado e utilizar os corredores como caminho”, conta.

 

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