Mercado Público de Santiago do Chile

O prédio colonial espanhol, perto do centro é o local de encontro.

Após conhecer a parte antiga e a área moderna de Santiago, de visitar La Chascona — uma das casas de Pablo Neruda —, não esqueça o mercado da cidade. O prêmio Nobel da literatura chilena era amante dos bons vinhos e da culinária gastronômica. Vamos acompanhar suas indicações. Podemos chegar a pé, passando por ruas cheias de passado, por igrejas interessantes; o cansaço vale a pena.

No entorno do mercado, encontramos açougues, armazéns, cafés, bares, fruteiras, locais onde os produtos de consumo diário estão disponíveis. Mas o Chile, famoso pelos produtos do mar, tem aqui templo exemplar para pesquisas e degustação. Antes da visita, uma empanada, alimento típico, com recheio de carne e azeitonas, é o essencial. Energias recuperadas, começa a missão. Mariscos, peixes de todos os tipos e gostos, especialidades como o ouriço do mar, podem ser apresentados aos novatos e mesmo consumidos. Circule devagar, pergunte pelos nomes, a maioria estranhos para os brasileiros, veja como é feita a separação e preparação dos ingredientes.

Depois podemos passar para as aulas práticas. Temos restaurantes disponíveis, é só acertar o horário com a fome. Peixes gigantes como a albacora, o atum, exigem serra elétrica para preparar as magníficas postas. Prontas para a grelha ou para o forno eram a tentação do dia. O cheiro e os sabores do mar estão presentes. Fuja da rotina, não peça o prato de salmão, existem alternativas gastronômicas bem melhores, como o congrio rosa e a merluza negra. Cuidado com exageros, não se entusiasme com os vinhos, as surpresas estão sempre a procura de turistas despreparados e comilões. Não fique muito deslumbrado, podem aparecer amigos do alheio.

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