Mercado acolhedor

Um local que acolhe histórias, visitas de outras regiões e o cotidiano de muita gente é sempre bem lembrado por todos. Sozinho ou em família, quem frequenta se sente em casa e, de fato, acolhido com o que Mercadão oferece.

 

Neide Kesterke

Neide Kesterke é natural de Porto Alegre e frequenta o Mercado desde criança. Já na casa dos 70 anos, ela relembra o que o Mercado representava na sua época. “Isso aqui era tudo na cidade. Eu vinha comprar peixe com a minha mãe e lembro que meu pai gostava de comer mocotó em um dos restaurantes. São algumas lembranças da infância que eu tenho daqui.” Dona Neide diz que costuma comprar açúcar mascavo, mas, também, gosta de ver o colorido das frutas nas bancas de hortifrúti. “Meus filhos quase não vêm ao Mercado. Quando crianças, eu não podia trazer e eles não criaram esse costume. Mesmo eu assim, eu venho seguido, é um dos meus lugares preferidos”, diz.

 

Sueli Marlene de Souza e Jaqueline Coronetti

As irmãs Sueli e Jaqueline, sempre que podem, viajam de Sapiranga/RS até Porto Alegre para fazer um passeio pelo Mercado Público. As visitas já acontecem há cinco anos, tempo em que a curiosidade deu lugar a uma relação mais próxima com o local. “Eu gosto de tudo aqui. Quando não venho com a minha irmã, arranjo outra companhia. Gosto de aproveitar o passeio para comprar chás e visitar as feiras de artesanatos”, revela Sueli. Jaqueline compactua com os gostos da irmã e acredita que o Mercado é um ótimo centro de compras e uma boa opção de passeio no centro de Porto Alegre.

 

Maria Eliane Oliveira e Tamires Teixeira

Para Maria e Tamires, ir às compras é sinônimo de Mercado Público. Por conta da variedade de produtos naturais, mãe e filha sempre acham um tempinho para se encontrar e visitar. “Não costumamos vir apenas para passear. Aqui, a gente encontra de tudo, e com um preço bom. Por conta disso, de 15 em 15 dias, pelo menos, viemos comprar alguma coisa”, diz Tamires. Ainda falando da variedade, dona Maria, que utiliza produtos naturais para tratamento, diz que só no Mercado ela consegue encontrar tantas opções. “Frequento o Mercado há muitos anos e corro para cá quando preciso de algo. Estou sempre nas bancas para descobrir o que tem de novo.”

 

 

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