Maio mulher mãe

No segundo domingo do mês de maio comemora-se o Dia das Mães. Aqui, no Uruguai, Alemanha, Austrália, Áustria, Bangladesh, Bélgica, Canadá, China, Colômbia, Croácia, Cuba, Dinamarca, Equador, Estados Unidos, Estônia, Filipinas, Finlândia, Grécia, Honduras, Itália, Japão, Letônia, Liechtenstein, Nova Zelândia, Holanda, Peru, Puerto Rico, República Tcheca, Suíça, Taiwan, Turquia, Ucrânia e Venezuela.

 

BURGOMESTRE, por Sady Homrich

“El Dia de La Madre Argentina” será 20 de outubro, terceiro domingo do mês, enquanto na Espanha, Portugal, Hungria e Lituânia é no primeiro domingo de maio.

No Chile, é diferente. Desde 1976, a data oficial é 10 de maio, mas é comemorado no 2º domingo, como aqui. Paraguai celebra todo dia 15 de maio, junto com a independência deste país.

Outros países que também celebram as mães todo dia 10 de maio são México, Guatemala, El Salvador, Índia, Malásia, Paquistão, Catar e Singapura. Na Arábia Saudita, Egito e em parte do Oriente Médio é comemorado em 21 de março; Armênia, em 7 de abril; França e Suécia, no último domingo de maio.

Na Rússia, a celebração acontece no último domingo de novembro e, no Panamá, em 8 de dezembro, Dia da Imaculada Conceição.

Essas curiosidades em relação à data são para lembrar que “mãe é mãe” em qualquer lugar do mundo, e feliz de quem as têm por perto para dar um abraço, um beijo e um presente.

Uma lembrancinha. Uma flor sempre cai bem. Mas por que não uma cerveja?

As mulheres foram historicamente as responsáveis por termos cerveja na mesa hoje, pois era delas a tarefa de levar alimento às famílias na estrutura da sociedade primitiva.

Os arqueólogos defendem e comprovam essa tese baseados nas primeiras manifestações da escrita humana, que remontam a Mesopotâmia de 6000 a.C. Ingredientes, receitas, rituais sempre estavam dividindo a cena com mulheres.

O Hino à Ninkasi cita uma receita com detalhes lá por 1800 a.C.!  E foi uma abadessa alemã que instruiu a colocação do lúpulo como conservante e aromatizante natural da bebida no século XII.

Durante o exílio de Martinho Lutero, pós-reforma luterana no século XVI, Katharina Von Bora, a sua esposa, fazia cerveja para o seu consumo.

Atualmente, diversas mestres-cervejeiras e sommelières são destaques em produção, orientação e análise sensorial ao redor do mundo, retomando um espaço que havia ficado extremamente masculino e machista nos últimos três séculos.

Por favor, não pense que a sua mãe obrigatoriamente vá curtir uma cerveja leve e adocicada. Elas entendem das coisas! Se ela gosta de café, tente uma Dunkel, Porter ou Stout. Caso tenha o hábito de tomar vinho, vá de uma belga Tripel ou inglesa Barley Wine.

Para as aficionadas em chás, uma boa Witbier, Pilsen, English ou American Pale Ale. Se prefere fruta, Belgian Blonde, Weizen, Weizenbock, ou uma Fruit Sour, um pouco mais azedinha.

Aí mesmo, no Mercado Público, tem para todo gosto!

Abraço do Burgomestre e que as mães passem (ou tenham passado) um feliz 12 de maio!

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