Futebol e cerveja

Nasceram um para o outro! Juntar amigos para ver um jogo acompanhado de um churrasco e uma gelada segue sendo um grande programa. Se você não gosta de futebol, churrasco e cerveja, aproveite as olimpíadas de inverno e convide a parceria para ver a disputa de curling, petiscando um tofu e tomando chá verde. Todos felizes S. A.

 

BURGOMESTRE, por Sady Homrich

Muita gente reclama da sua ausência nos estádios desde 2010, mas confesso que, apesar de curtir uma cervejinha na arquibancada, sou obrigado a concordar com essa lei seca, porque tinha uma galera cometendo exageros a ponto de comprometer o bom convívio e a segurança das famílias que iam a campo. Mesmo que chegue “calibrado”, o tempo que fica sem beber acalma os ânimos daqueles que são da má-bebida e vão só para tumultuar.

Eu costumo tomar uma no caminho, nos arredores do estádio, e fico tranquilo torcendo durante os pouco mais de 90 minutos que me separam do próximo copo. Com a vantagem do poder de escolha, não sendo obrigado a tomar a exclusividade do patrocinador. E já têm várias torneiras jorrando ceva artesanal pelo “caminho do gol”.

“Agradeço a Polar pelas ‘brahma’ que me mandaram!” Desde a célebre frase imortalizada pelo Claudiomiro, grande centroavante colorado do final dos anos 1960 e boa parte dos 70, a torcida vive a diversidade!

A microcervejaria Al Capone, que recentemente migrou de Canoas para a capital, lançou a linha “Ídolos” homenageando quatro heróis da conquista do Mundial de Interclubes Fifa pelo Internacional: Fabiano Eller APA, Índio Munich Helles, Perdigão Red Ale e Gabiru IPA, autor do gol que deu a vitória sobre o Barcelona e o título de Campeão do Mundo!

Ainda em terreno colorado, a caxiense Landsberg lançou a General Bolívar — Lager, Red Lager e APA — “A ceva do Capitão”, fazendo o contraponto com a Maestro 10, também com três estilos.

Depois de um período de abstinência e conscientização, alguns estados voltaram atrás, como PR e SC, liberando a venda de cerveja nos bares internos dos seus estádios com uma reserva de mercado entre 15 e 20% para rótulos artesanais locais! Será que vamos aprender a beber menos e beber melhor?

 

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