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Feiras e eventos no Mercado Público

As Feiras, hoje já incorporadas na vida do Mercado Público, estarão sendo tratadas nesta e na próxima edição, em duas reportagens do Jornal do Mercado com os seus principais protagonistas.

 

Quem passa pelo Mercado Público já observou feiras e eventos, geralmente no térreo. Marco Antonio Pinto, Coordenador do Mercado Público, informa: “Estamos dando um aproveitamento cada vez maior nas áreas do Mercado para atrair um público maior, com as exposições, feiras e eventos”. Cita a Feira do Material Escolar, a maior delas, que ocorre em março. Mas também tem as feiras de brechós e artesanato, organizados pela SMIC. “São feiras temáticas, de acordo com a época. Tem outras que já vem se realizando há mais tempo, como a Feira do Vinil e a do Gibi, voltadas para os colecionadores”, informa. Para ele as feiras são uma troca: assim como elas se aproveitam do grande fluxo do Mercado, também o Mercado se aproveita do fluxo gerado por elas. “As feiras têm a cara do Mercado. Não procuramos fazer feiras aqui que não tem a ver com o Mercado”, conclui ele.
Já o ex-secretário Adeli Sell lembra: “Nós fazíamos feiras. Era um rodízio, inclusive com feiras temáticas, como a Feira da Mulher Negra. Os índios também sempre tiveram espaços, assim como os PPDs (pessoas portadoras de deficiências). Também fizemos o primeiro desfile de roupa de brechó, que felizmente continuou na atual gestão.” Lamenta não ter mais ocupação nos espaço na subida da escada, onde eram feitas exposições, como a que foi realizada em parceria com a Prefeitura de Veranópolis. Para ele um dos problemas do Mercado é não ter floristas.

A feira que tá no gibi
Esta feira está completando três anos em maio, informa José Azambuja, um dos fundadores e expositores. “Nunca faltei nem um dia, desde o começo”, frisa o expositor. A feira, que tem a participação da Associação dos Artistas de Quadrinhos, ASSAQ, ocorre sempre no primeiro sábado de cada mês e duas vezes por ano ela dura uma semana. “Temos um bom público, vem gente com sacola cheia para trocar gibi. Estou há 21 anos no Brique da Redenção, tenho publicações antigas, raridades e até gibis em terceira dimensão”, diz José.
O público, informa ele, tem muita criança, que acaba levando os adultos. Conta o expositor: “Tem muito adulto, que são colecionadores fanáticos, chegam a vir duas, três vezes por dia. E tem as “figurinhas carimbadas”, que vem todas as feiras, alguns até do interior.” Hoje são 10 expositores, aproximadamente. A linha dos gibis também é eclética, vai desde Maurício de Souza, Walt Disney, Mandrake, Tarzan, Asterix, Tex a gibis dos anos 50.

 

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