Eu no Mercado

Maria Eugênia de Abreu Ferreira (19 anos, estudante)
Venho geralmente três por semana. Sempre que venho no centro passo aqui, nas bancas de peixes ou na Banca do Holandês. O happy hour aqui não conheço muito bem, mas quando venho é para tomar um chope ali no Taberna 32. Não vejo muito guri­zada, é mais gente mais velha que vejo aqui. Acho que para trazer gente jovem é importante reciclar um pouco o ambiente, tocar outro tipo de música, como bossa nova.

 

 

 

 

Paulo Amaral (43 anos, técnico em manutenção)
Venho aqui porque gosto de tomar uma cervejinha, mas aqui fora acho que tinha que ter um abrigo, é muito quente principalmente no início da tarde. Passa muita mulher bonita, mas tem muito pedinte, é muita “mordida” uma atrás da outra. Também acho que deveria ter mais segurança por parte da Brigada Militar aqui na volta. A limpeza? Tá boa, tão sempre limpando.

 

 

 

 

 

 

Mari Vedovatto (32, secretária)
Venho por causa do happy hour, lá em cima, no Taberna 32. Toda sexta-feira nós, eu e meus colegas de trabalho, estamos sempre aqui. Acho que o atendimento poderia ter um pouquinho mais de agilidade e música, de qualquer tipo, desde que seja tranqüila, música pra happy-hour mesmo. Também venho sempre uma vez por semana na parte de baixo para comprar frios, frutas e verduras que são sempre fresquinhas. Aqui no Mercado a qualidade é bem melhor do que em outros lugares. E os p

reços também.

 

 

 

Craig Cherrington (Minneso­ta 55, empresário)
Vem ao Mercado já há dois anos, no verão. Sua primeira visita foi no Bar Naval, onde se identificou. Gosto da erva mate. Levei para os meus colegas, faço eles experimentar, mas não gostam muito. Acho interessante o modo que o Mercado expõe suas mercadorias. As pessoas aqui são mais espontânea, únicas. Gosa das variedades de temperos e especiarias que só o Mercado oferece.

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