Eu no Mercado

Em todas as edições o Jornal do Mercado estará publicando fotos e depoimentos dos frequentadores do Mercado. Nas suas próximas compras faça sua foto e envie para nós, junto com a sua opinião sobre este que é um dos mais importantes patrimônios históricos da cidade. Mande sua foto também!

 

 

Leoni Festner

Compro aqui no Mercado há 20 anos. Conheço todas esta bancas. Venho aqui porque tudo é mais fresquinho e tem muita variedade.

 

 

 

 

Suleima Saraty

Sou paraense e venho aqui desde que vim morar no Sul, há 10 anos. O que me atrai aqui são os preços, principalmente do bacalhau, do presunto e do queijo. É mais em conta e tem coisas que você não encontra no supermercado, só aqui.

 

 

Naide Martins

Vinha no Mercado com meu pai há alguns anos, principalmente na Banca 40. Continuo vindo, é uma coisa de tradição.

 

 

 

 

 

Nair Lorenzato dos Santos

Sempre venho, ultimamente tenho vindo com mais frequência. Os preços são bons, o Mercado oferece muito para a população, para os consumidores. Mas o grande problema, na minha opinião ainda é o da higiene, limpeza. Eu, por exemplo, não compro nada em aberto. E acho que muita gente também pensa assim.

 

 

 

Patrícia Flores

Venho há bastante tempo, todos os dias, desde os tempos dos meus avós. Eu estou continuando a tradição. É tudo mais barato e tem mais opções de compras.

 

 

 

 

 

Encontro de mestres

A reportagem do Jornal do Mercado teve a satisfação de encontrar, juntos, João Palmeiro e Giba Giba, dois nomes da mais alta importância da música portoalegrense, em pleno centro do Mercado. Compositores de clássicos da nossa música, falaram aos leitores do nosso jornal.

 

João Palmeiro

Estou morando no centro e costumo vir sempre uma vez por semana, para comprar um temperinho, alguma coisa. Gosto do cheiro do Mercado, né? Ele é o coração da cidade. Aquela mistura, cheiro de tempero, de peixe, de comida. E sem esquecer o mocotozinho no Naval, né? Sexta-feira faço presença ali.

Giba Giba 

O Mercado é como o coração da cidade, é um ponto convergente. Tu vens aqui e vê toda a cultura diversificada, representada por tudo que é tipo de pessoa. O coração é democrático, não tem preconceito e o Mercado é exatamente isto.

 

 

 

 

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