Consumo: os prazeres da carne

 Consumo: os prazeres da carne

 

Todos os dias milhares de frequentadores se espalham pelos corredores do Mercado. E a grande maioria deles, invariavelmente, se aglomera em frente às bancas de carnes – os açougues, que exibem diante de olhos atentos e extasiados os mais diversos tipos de carnes.

 

O porteiro Jefferson, 32 anos, é um desses frequen­tadores diários. “Venho comprar carnes do dia a dia mesmo. Chuleta, frango, paleta. Para mim o Mercado Público e a Banca San Remo são os melhores lugares para comprar”. Além do preço e qualidade, ele destaca o ótimo atendimento como os principais motivos que fazem com que ele se desloque do seu bairro, o Par­tenon, até o Centro em busca de carne.

 

 

 Já Ricardo Lousada, 33 anos, autônomo é freguês assíduo do açougue Rodeio. “Aqui eu compro seguido picanha, costela e frango”, diz. E para o final de semana compra sempre costela uruguaia, asinhas de frango, maminha. Para a filha e esposa, costuma levar coraçãozinho de galinha, para o churrasco sagrado.

 

Outra que é frequentadora da San Remo, é a administradora Nora Kremmer, 57 anos. “Gosto muito desta banca pela qualidade, sempre com uma carne bem mais fresca, bonita e o preço é bem melhor que no supermercado”, afirma. Filé, alcatra e patinho são os tipos de carne que ela mais compra. Dá preferência sempre por carnes mais magras. Diz que não costuma muito fazer churrasco nos fins de semana, embora goste. Mas quando faz, não dispensa uma costela. Acha o Mercado imbatível, tanto em carne como em frios. “Não compro em supermercado, pois a qualidade do Mercado Público dá de 10 a zero no supermercado”, conclui.

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