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Chocolate, uma paixão mundial

ESPECIAL DE PÁSCOA, Chocolate

“Theobroma” é o nome dado pelos gregos ao “alimento dos deuses”, o chocolate. Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou.

O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro. Na Europa ele chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida. Acreditava- se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder  e vigor aos que o bebiam, sendo reservado apenas aos governantes e soldados. Aliás, além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía. No século XX, os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia.

O chocolate libera endorfina, sendo potente antidepressivo e antioxidante. 50g de chocolate ½ amargo por dia faz tão bem ao coração quanto uma taça de vinho do porto,pois possui ácido gálico e epicatecina, flavonóides com função cardioprotectora. A primeira fábrica de chocolates do Brasil foi a Neugebauer Irmãos & Gerhardt em 1891 em Porto Alegre.

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