Casa de Cultura Mario Quintana

A história do espaço tem início em 1980, quando o antigo prédio do Hotel Majestic foi comprado pelo Banrisul. Então, em 1982, o governo do Estado adquiriu o Majestic do Banrisul e um ano mais tarde o prédio foi arrolado como patrimônio histórico, dando início a sua transformação em Casa de Cultura.

 

No mesmo ano ele recebeu a denominação de Mario Quintana, tendo em vista que o escritor morou no lugar por muitos anos, e passou a fazer parte da então Subsecretaria de Cultura do Estado. A obra de transformação da estrutura do hotel em Casa de Cultura aconteceu entre 1987 a 1990. O projeto foi assinado pelos arquitetos Flávio Kiefer e Joel Gorski, os quais tiveram o desafio de planejar 12.000 m² de área construída para a área cultural, em 1.540 m² de terreno. Em 25 de setembro de 1990 a casa foi finalmente aberta.

Os espaços da Casa de Cultura Mario Quintana estão voltados para o cinema, a música, as artes visuais, a dança, o teatro, a literatura, a realização de oficinas e eventos ligados à cultura. Eles homenageiam grandes nomes da cultura do Estado do Rio Grande do Sul.

Além disso, o lugar possui diversas obras de arte: andar térreo, acima da entrada da sala Paulo Amorim, está um painel de Jailton Moreira. Irineu Garcia, no térreo da ala oeste, homenageia pessoas e empresas que contribuíram para a metamorfose do Majestic em Casa de Cultura, numa escultura marco. Na altura do segundo andar, está a escultura de Xico Stockinger, chamada de “O guerreiro”. Entre os andares, na altura do quarto pavimento, próximo ao auditório Luis Cosme, está uma pintura de Karin Lambrecht, denominada “Do outro lado do horizonte”. No quarto andar, na Discoteca Pública Natho Henn, Mauro Fuke apresenta o trabalho em madeira “Os tentáculos”. No saguão do Teatro Bruno Kiefer, existe um painel de Regina Silveira, “Auditorium”. No interior da Biblioteca está a escultura de Carlos Cavalcanti, denominada “O índio”.

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