Agnelo Juchem: “A reforma melhorou em muito o Mercado”

Testemunho

 

Agnelo Juchem: “A reforma melhorou em muito o Mercado”

 

Ele esteve 21 anos dentro do Mercado, de 1989 a 2001. Acompanhou, portanto, todo o processo da grande reforma. Não só acompanhou, aliás, como também participou.

 

Ele é o engenheiro Agnelo Juchem, para quem o Mercado “foi um pedaço” da sua vida. Hoje está lotado na SMIC, mas ainda acompanha e tem expectativas com os destinos do Mercado.

Uma das conseqüências benéficas na reforma que ele aponta é a circulação do Mercado, que melhorou. Cita também os banheiros, os terraços superiores, que criaram áreas livres, inclusive para feiras, as pilastras todas à vista e a visibilidade que aumentou em muito, principalmente do alto, quando se vê quase todo Mercado. A maior dificuldade da reforma, contado por quem participou dela, como Agnelo, foi o remanejo dos permissionários. Nessa fase diz que deu muita confusão; “Haviam permissionários em lugares muito antigos. Mas, mesmo assim, com a grande maioria não teve problemas”, afirma.

Agnelo informa que a reforma teve quatro fases, a primeira iniciada imediatamente pelo risco de desabamento de paredes, ficou pronta já em 1993. A segunda envolveu as fachadas e o telhamento, a terceira foi a cobertura e quarta, o miolo, quando todas as bancas subiram. Ele lembra que na gestão anterior, a do ex-prefeito Alceu Collares, já tinham sido feitas algumas intervenções, como reforma de subestação, o quadro elétrico e um piso de basalto. “Melhorou algumas coisas, mas não o exigido por um prédio tombado, como a reforma geral que foi executada lá”, avalia.

Mas para ele ainda faltam fazer algumas coisas, como a separação das câmeras frias de lixo e de alimento, o piso hidráulico do segundo andar que terá que ser refeito e uma reforma dos banheiros, depois de 12 anos. Depois é só garantir limpeza e segurança. Como expectativa deseja que sejam continuados todos os projetos que estavam em andamento, do SEBRAE, sem deixar de lado o que foi acordado.

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