5 anos Casa de Pelotas Um pedacinho de Pelotas em Porto Alegre

5 anos Casa de Pelotas

Um pedacinho de Pelotas em Porto Alegre

 

Um dos espaços mais charmosos dos altos do Mercado Público, a Casa de Pelotas está completando 5 anos de existência. Criada em parceria entre as prefeituras de Porto Alegre e de Pelotas, o espaço tinha como objetivo ser uma espécie de consulado pelotense na capital gaúcha e um ponto de encontro entre aqueles nascidos na famosa cidade dos doces. “Ela veio para divulgar as potencialidades de Pelotas, principalmente os doces artesanais, no ponto mais turístico e visitado de Porto Alegre, o Mercado Público”, explica Márcia Maria da Silva Carvalho, a proprietária.  O crescimento da Casa de Pelotas foi vertiginoso, tendo dias com registro acima de 200 atendimentos. Inovadora, é um dos poucos espaços do Mercado Público com climatização e acesso a cadeirantes.

 

Cafés especiais

 

Em 2009 a Casa passou a ter uma carta de cafés, criada em homenagem a vários pontos turísticos de Pelotas. Assim, foram criados os cafés especiais Laranjal, mistura de café expresso com laranja, Baronesa (museu), Grande Hotel (prédio histórico), Princesa do Sul (como a cidade também é conhecida, servido em taça de champanhe) – todos diferenciados e marcados pelo charme e originalidade. Além desses, também se destacam o Café Santo Amor, um café com geleia, uma reverência à região onde está o maior número de doceiros de Pelotas, Café com Pimenta e o Shake, combinando com chocolate. Além deles, os tradicionais: pingado, capuccino, expresso e um grande leque de opções de cafés quentes ou gelados. No verão, entram em cena os sorvetes, a elogiadíssima banana split e o Ice de Coffee, básico.

 

Doces finos, com tradição e certificação

 

            Cidade tradicional, com colonização portuguesa, Pelotas conquistou a identificação geográfica, o que significa garantia de procedência dos seus doces, fundamental para impedir que um produto seja prejudicado por imitadores, como explica Márcia Maria. São 14 doces certificados, os mais tradicionais, que chegaram em Pelotas no século XVIII, receitas portuguesas trazidas com a colonização, entre eles o bem-casado, olho de sogra, quindim e camafeu. Todos eles são produzidos em Pelotas e transportados em condições de temperaturas especiais, medidas até três vezes durante o dia, depois da chegada na loja. O que mais vende é o pastel de Santa Clara. A Casa de Pelotas também tem compotas, geleias, doces em passas, licores, tortas e muitas sugestões de Natal para os mais doces presentes.

 

 Foto: Fabrício Scalco

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